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de algumas participações na Globo, voltei
a São Paulo para protagonizar "Marcas da Paixão"
(2000), primeira novela produzida pela Record. "Diogo"
foi um personagem que vesti como uma luva. Quase tudo deste
personagem lembrava minha infância. Fernando Rancoleta,
hoje um grande amigo, foi responsável pela continuação
desta minha trajetória. Lembro de um momento em que
ele me apresentou para os diretores, então um deles,
o diretor Henrique Martins me olhou e disse: "a Regina
Duarte me falou que você não consegue decorar
muito texto". Segundos de silêncio, e respondo
acanhado que não era verdade. Todos caíram
na risada, era apenas a primeira das milhões de piadas
da figura mais cativante que conheci. Assim foi minha estréia
na Rede Record, animada e também muito respeitada.
Nesta época fui o primeiro ator a renovar contrato
para fazer parte do Banco de Elenco de atores da casa. Então,
tive a oportunidade de protagonizar minha segunda novela,
"Roda da Vida", com o personagem Caio. É
muito bom trabalhar numa situação onde ambos
os lados estão satisfeitos.
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